
Segunda-feira, Novembro 23, 2009
Convite

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Doce é gostoso, faz bem pra alma, pro coração, pra ansiedade, pras inquietações, é prazeroso.
Doce é a nossa casa. Logo quando me mudo quero fazer tudo de uma vez só, não tenho paciência pra esperar. Mas logo depois o que era provisório vira definitivo porque esqueço, porque canso de brincar de montar a casinha, porque vira paisagem. Algumas coisas ainda estão pela metade, mas o que está pronto é a nossa cara.
Sexta-feira, Novembro 13, 2009
O resultado
"A Banda Vide Bula que esteve recentemente em São Paulo, participando do concurso HITZERO, voltou para o Rio Grande do Sul com uma ótima notícia: terá a sua música “Bandida (Pra Te Conquistar!)”, música que faz parte do 2º. Disco da Banda, em uma coletânea produzida pela gravadora Universal Music.
O CD será lançado em todo o Brasil em janeiro do próximo ano, e contará também com os outros 9 classificados do concurso. A coletânea não estava prevista no concurso, mas como a diretoria da Universal gostou tanto do trabalho das bandas, e classificou-as com as 10 melhores bandas novas do Brasil, resolveu lançar o disco.“Acredito que a participação neste disco é um reconhecimento a todo o nosso esforço e empenho nesses quase 13 anos de carreira” diz Volnei Cavalheiro, vocalista da Vide Bula, que tem como integrantes além de Volnei, Pablo Klein (Guitarra), Sid Ilhosa (Baixo) e Léo Zimmer (Teclados)."
Música para Download: http://www.4shared.com/file/150829286/42dbdfe3/07_-_Vide_Bula_-_Bandida.html
Site: http://www.bandavidebula.com.br/
MySpace: www.myspace.com/bandavidebula
Quarta-feira, Outubro 21, 2009
Buenas, rompo o sumiço pra pedir ajuda dos parcos leitores que sobraram.

A banda vencedora, além de assinar um contrato com a Universal Music, o hit escolhido será o tema de verão da Coca Cola Zero, fará o show de abertura no Planeta Terra, baita evento em Sampa e terá sua música tocada nas principais rádios do país.
Vamos votar, galera!? Nos ajudem nesse grande esforço. Abaixo o link:
http://hitzero.terra.com.br/vote/
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
Terça-feira, Setembro 15, 2009
Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Este blog acabou de comemorar cinco anos. Com o avanço das redes sociais, e com o imediatismo que o twitter/facebook me proporcionam, o blog parece um carteiro. A sensação de escrever algo aqui é a mesma de colar um selo num envelope. A notícia chegará atrasada. Fica mais o propósito de mandar uma lembrança.Sexta-feira, Setembro 04, 2009
Mobile Marketing: Qual a maior torcida do RS?
Com o objetivo de mostrar qual é a maior torcida do Estado, um painel de LED foi instalado em uma das principais avenidas da cidade, Av Goethe 181, e faz a seguinte pergunta: Qual a maior torcida do RS?
Para responder, basta enviar um SMS para (51) 9190-1010 com as palavras "gremista" ou "colorado". Em tempo real o voto é computado e o painel, que tem o recorte do Estado de Rio Grande do Sul fica mais vermelho ou azul. Os resultados do painel, em tempo real, também poderão ser acessados aqui ou aqui , mas os votos são válidos apenas quando enviados pelo celular.
CAMPANHA: Painel Interativo
TÍTULO: Painel Interativo
AGÊNCIA: DCS Comunicações
CLIENTE: Claro
CRIAÇÃO: Guilherme Altreider e Augusto Monteiro
DIREÇÃO DE CRIAÇÃO: Roberto Callage e Rafael Bohrer
ATENDIMENTO AGÊNCIA: Priscila Barbosa e Aline Guimarães
DIRETOR ATENDIMENTO AGÊNCIA: Adriane Kampff
PRODUTOR GRÁFICO AGÊNCIA: Clarice Dias e Natashe Paranhos
ARTE-FINALISTA AGÊNCIA: Anelise Gomes e Marcelo René
MÍDIA AGÊNCIA: Andréia Santos e Diandra Chaise
PLANEJAMENTO AGÊNCIA: Gilberto Giustina e Pedro Talhari
APROVAÇÃO CLIENTE: Márcia Faccioni e Paula Almeida
FORNECEDOR GRÁFICO: Cor Fotolito
FORNECEDOR DE TECNOLOGIA MOBILE: Pontomobi
VEICULO ON-LINE: ClicRBS
FORNECEDOR DE MÍDIA EXTERNA: Ativa

Sexta-feira, Agosto 28, 2009
Quarta-feira, Agosto 26, 2009
No escurinho do cinema, chupando drops de anis
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Um salve pro alho, pra figa e pra arruda que terão uma folguinha.
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Um viva pro verão, mesmo que seja pegadinha.
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Ontem tomei uma cerveja e por bastante tempo, provavelmente antes do elevado teor alcóolico, nem lembrei que um dia eu fumei.
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Estava feliz por ter voltado a dançar. Agora quero me esconder num buraco. Se antes eu era bem ruim, agora beiro o ridículo. Tudo pode ser bizarro. Inclusive fazer tudo melhor pra esquerda.
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Adoro liquidação de inverno com roupas de verão.
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E eu acho ridículo muitas coisas. Inclusive ficar quieta com elas.
Sexta-feira, Agosto 21, 2009
Aos cinco anos,
- Gosta da rotina porque faz sempre o mesmo.
- É mais deliberativa do que aos 4 anos. Pensa antes de falar.
- É mais séria a respeito de si mesmo e impressiona-a muito a capacidade de assumir responsabilidades.
- Encontra-se feliz no seu mundo, porque se sente cômoda consigo mesma e com o ambiente: encontrou o equilíbrio.
- Torna-se mais dona de si mesma, mais reservada. A sua relação com o ambiente manifesta-se em termos mais amistosos.
- O seu mundo é de aqui e de agora.
- Possui um forte sentido de posse, sobretudo com as coisas de que gosta.
- Dentro do âmbito familiar fará perguntas próprias: Para que serve? De que é feito?
- É necessário castigá-la por comportamentos perigosos ou danosos. Mandá-la para um canto silencioso, entediante e sem nada para fazer durante 5 minutos pode ser uma forma de controlar estas situações.
E esta criança completa domingo 5 anos de existência.
E problema é que lendo tudo isso não sei se a idade cronológica é do blog ou da mãe dele.
Quarta-feira, Agosto 19, 2009
Não tem sido uma tarefa fácil, como imaginei que não seria. Nunca deixarei de ser uma fumante, mesmo que jamais coloque de novo um cigarro na boca. Infelizmente não sou um tipo de pessoa que pode se dar ao luxo de fumar de vez em quando. Ou fumo, ou nunca mais posso tragar. Não sou meio termo nunca, com o cigarro não seria diferente. Portanto, sentirei vontade sempre.
Para quem não fuma, ou não é viciado, certamente parecerá um exagero, um melodrama mexicano da pior categoria. Mas não é fácil ser controlada pelo impulso. Sou totalmente suscetível ao vício. Qualquer coisa que repita sistematicamente e que ainda tenha algo químico envolvido, fico amarrada. Por isso fujo de todas as situações e coisas que possam me tornar uma dependente. Meu cérebro enraiza fácil.
Tenho a sensação de que nasci fumando. Que o cigarro faz parte da minha vida assim como pensar. Tenho passagens engraçadas, como fumar samambaia, por exemplo. Bizarrice mode on: reunia a criançada da rua, escondida. Toda samambaia tem uns toquinhos secos. Basta quebrar um pedaço, tirar um fiapinho que tem dentro e acender. Pronto. Caio em gargalhadas cada vez que me lembro disso e já pensei seriamente em incorporar uma samambaia à decoração lá de casa, discretamente.
Comecei a fumar com 12 para 13 anos. Matava aula pra fumar. Na terapia descobri que era pra oficializar a minha entrada no mundo adulto, à força, naquela época. Tinha responsabilidades e problemas de um adulto, então nada mais natural que o cigarro fizesse parte disso. E assim levei e trouxe esse vício até hoje, quase 14 anos depois. E em todos esses dias adaptei minha rotina e todos os meus passos em função do cigarro. Tudo planejado e calculado. Talvez por isso seja tão, tão difícil fazer o processo contrário.
Ainda não percebi os benefícios, continuo uma viúva inconformada. Chata, com humor insuportável, chorosa, com os nervos à flor da pele. Nada parece ter graça. Tenho procurado pensar racionalmente no assunto, pois o motivo que me fez parar também foi racional. Engraçado o que um taxista, numa noite de sexta-feira chuvosa, saindo mais de meia-noite do trabalho, pode fazer por alguém.
Troquei o cigarro por água com gás. Hoje em dia se me ver, estarei agarrada numa garrafinha de tampa vermelha. Tenho bebido umas três por dia e o frigobar aqui da agência substituiu o elevador. Em casa, é só eu dizer: "Amor, me dá um cigarro?" que uma água com gás surge na minha frente. Tem sido menos impossível e mais saudável.
Mas torço pelo dia que serei definitivamente uma ex fumante.
Sexta-feira, Agosto 14, 2009
Quinta-feira, Agosto 13, 2009
Conforme determinei no início de 2009, este seria o ano de empreendedorismos. E o principal produto seria eu e a minha felicidade. Vários passos já foram dados nesta direção. Um deles ainda engatinha e não me sinto muito forte pra falar, talvez por isso esteja totalmente calada sobre o assunto. Mas venho me aplicando de forma surpreendente. Nem eu acredito nos resultados.Sexta-feira, Agosto 07, 2009
Emburrei. Quero meu brinquedo de volta.
Quinta-feira, Agosto 06, 2009
Segunda-feira, Agosto 03, 2009
Quinta-feira, Julho 30, 2009
Quarta-feira, Julho 29, 2009
Zebra do destino
Vovô nasceu em Pão de Açúcar, município pequeno a 300km de Maceió. Por muito tempo achei que só meu vô e a Heloísa Helena tivessem nascido e vivido por lá. Faz 50 anos que ele veio, em companhia da minha avó, congelar no RS. Por aqui, tiveram dois filhos. Meu pai, obviamente, e minha única tia.
Nas visitas à casa dos meus avós, acho que já contei isso aqui, o quarto da minha tia era uma espécie de mundo perdido. Eu queria mexer em tudo, mas quase não podia nem entrar. Queria as bijus, o cachorro de pelúcia em cima da cama, as maquiagens, tudo. Mas o máximo que podia era ficar sentada quietinha. Uma coisa apenas me repelia do quarto: um quadro de uma zebra de bunda. Odiava aquela zebra, tinha medo daquela cara de deboche. Talvez ela contasse pra minha tia tudo o que eu fazia no quarto.
Pequeno pulo de 20 anos. Neste meio tempo minha tia foi morar em São Paulo, voltou para Porto Alegre, se instalou no Menino Deus e há sete anos atrás foi morar em Aracaju.
Conheci a pequena Jojo pelo blog. Gosto de cada pequeno centímetro quadrado desta nordestina arretada e de cada linha que ela escreve. E em alguns papos que tivemos, descobri que não só meu avô e Heloísa Helena moraram em Pão de Açúcar. A Jojô também. Já consideramos isso a maior coincidência da face da terra, o que fez meu avô se sentir menos exilado nesta terra de frio, muito frio de meu deus. Rimos muito dessa feliz volta do destino.
Eis que a Jojô contou ontem que finalmente arrumou a parede do Chamego Center, pendurando muitos quadrinhos na parede chocolate. E comemorou o fato de que, depois de mais de 6 anos, tinha finalmente restaurado a sua zebra catada no lixo do antigo prédio, no Menino Deus.
Captaram?
É isso aí, meu povo. Ainda estamos um pouco chocadas. Só pode ser destino, não tem outra explicação. A zebra que me dava medo no quarto da minha tia, foi achada no lixo pela Jojo, aquela que também passou, junto com meu avô, por Pão de Açúcar, uma cidadezica a 300 km de Maceió. Quer dizer então que elas eram vizinhas, moravam no mesmo prédio no Menino Deus. Minha tia foi para Aracaju e por isso deve ter descartado a zebra velha. A Jojô, louca por zebrinhas, pegou o quadro e guardou. E então nós duas, eu e a Jojô, nos achamos pela vida. A zebra, seis anos depois, é reformada e pendurada na parede da casa da Jojô. E a zebra que me dava medo é a mesma que a Jojo ama de paixão. 20 e tantos anos depois.
Como assim!?! Calma aí que eu ainda não realizei. E olha que a gente falou pelos cotovelos ontem tomando cerveja. Sem nem imaginar que nossos destinos estavam praticamente traçados na infância.
Sexta-feira, Julho 24, 2009
Sábado passado fui em outro salão que não o que frequento sempre, e pedi esmalte cinza. Não tinha e pela cara da manicure e de todos ao redor, parecia que tinha pedido para passar cocô nas unhas. Não sosseguei enquanto ela não chegou ao tom de cinza que eu queria: preto + renda + nude. 4 camadas de esmalte, mas consegui enfim a cor desejada. E as caras ao redor ficaram ainda mais tortas e apavoradas, mas minhas unhas cor de grafite de lapiseira estavam excelentes.
Na adolescência eu queria porque queria esmaltes que, ao contrário de hoje, não existiam ou era muito difícil de encontrar. Azul e preto, por exemplo. Então inventei uma técnica absurda: pintava com todo o cuidado do mundo (ao contrário do esmalte, não era nada fácil tirar os borrões) unha por unha com... pincel atômico. Obviamente, ficava terrível e tirar era uma verdadeira batalha. Como ficava chapado e sem brilho, a solução foi uma invenção simples: passar base em cima da unha pintada à caneta. Pronto! Tinha um brilhoso e exclusivo esmalte azul.
Com tempo e a dificuldade de tirar a tinta das unhas, fui aperfeiçoando a técnica. Descobri que passar primeiro base na unha, facilitava. Mas aí a piloto não afixava. Foi quando parti para a caneta de retroprojetor. Aí meu mundo se abriu! Além de azul, tinha verde e laranja. E assim passei a minha adolescência de unhas coloridas e cheiro de caneta.
Cores de esmalte traduzem a minha personalidade. Rosa nunca passou nem perto das minhas unhas. Não sou nada romântica e frágil. Cintilantes também estão excluídos, acho cafona, feio. Vermelhos só quando a lua está de cabeça pra baixo. Não adianta, acho que não combina com a cor da minha pele, acho formal demais. Quadradinha só minha unha.
Meus preferidos sempre serão renda, nude e todos os coloridos. E curti muito a francesinha enquanto ainda não tinha sido chutada pra fora das tendências de moda. O momento em que cada uma das cores está nas minhas mãos é que depende em que fase e humor estou. E saia da minha frente quando estiverem sem esmalte.



